segunda-feira, 29 de junho de 2009

Elton John no Pavilhão Atlântico


«Don`t Let The Sun Go Down On Me». O título da música de Elton John diz o que o cantor pensa da transferência do jogador português do Manchester United para o Real Madrid. Elton John dedicou-lhe o tema no concerto deste domingo, no Pavilhão Atlântico, em Lisboa.
«Para o Ronaldo, a transferência mais cara de sempre», disse Elton John à audiência, desconhecendo-se, contudo, se o craque seria uma das cerca de 13 mil pessoas que assistiram ao concerto do músico britânico.

Elton John teve uma calorosa enchente no Pavilhão Atlântico. Quem não o viu há 9 anos no Casino do Estoril, quando cancelou o concerto 15 minutos antes do início por causa de uma cena de ciúmes com o namorado, terminou esta noite de braços no ar a dançar e cantar. Os êxitos musicais da carreira do cantor percorreram a set list de alto a baixo. «Rocket Man» é a digressão que assinala os 40 anos em palco. Uma efeméride bem mais forte do que a crise financeira, pois o recinto encheu-se com 13 mil bilhetes vendidos, apesar do preço dos ingressos ir até aos 125 euros.

O «rocket» público há muito que esperava pela oportunidade de ver Elton John em palco, ele que se estreou em solo português no Festival Vilar de Mouros, em 1971, e passou por cá uma segunda vez no Estádio de Alvalade, em Lisboa, a 16 de Julho de 1992, cerca de dois meses antes de também Michael Jackson subir ao mesmo palco nacional.

O «rocket» público esperou demasiado tempo para o ver actuar. Tanto que envelheceu. Agora são famílias com filhos crescidos, casais nos «entas» e grupos de colegas de escritório - sobretudo elas. Também são alguma/muita juventude perdida no tempo, gente nascida quando a bela «Nikita» dominava as tabelas de discos mais vendidos - um tema do álbum «Ice on Fire» sobre a Guerra Fria e que ficou de fora deste concerto.

O regresso de Elton John foi memorável e até teve autógrafos no fim. Pontualidade britânica, meia hora depois do concerto começar ainda entrava público. Quem perdeu essa meia hora ficou sem «Funeral for a Friend/Love Lies Bleeding», o arranque dedicado a Jackson. E desde logo, sem «Saturday Night`s Alright», a primeira música a ser recebida de pé pela audiência. Seguiu-se «Burn down the mission», que pôs toda a gente em sintonia e de telemóveis em riste. Este foi o primeiro ponto alto do concerto de Elton John no Atlântico. Com «Daniel» o público fez de coro, cantando em uníssono apesar deste ser um tema do já longínquo álbum de 1973 - «Don`t Shoot Me I`m Only The Piano Player», trabalho feito em parceira com o letrista Bernie Taupin e de onde emerge outro grande êxito da carreira de Elton, «Crocodile Rock», que não ficou de fora do alinhamento.

Editado em 2001, «Songs From The West Coast» (álbum quatro estrelas na «Rolling Stone») teve honras a anúncio ao microfone por parte de Elton John, que escolheu o tema «I Want Love» para interpretar. O público mais apaixonado não podia ter correspondido melhor ao tema, com muitos beijinhos a estalarem nas bancadas. Depois foi a euforia que se esperava com «Rocket Man» e o refrão repetido de que «I Think It`s Going to Be a Long Long Time». Já com «Sorry Seems To Be The Hardest Word» foi a emoção e as cadeiras começavam a ficar livres, com muita gente de pé a dançar.

«Sacrifice» terá tido das recepções mais calorosas por parte da audiência, este que foi um dos hits de 1989. Outra música que brilhou na plateia foi «Candle In the Wind» escrita para Marilyn Monroe e depois adaptada a «The English Rose» para homenagear a amiga princesa Diana.

«Are You Ready For Love», «Midnight Creeper», «Susie», «I`m Still Standing» e «Your Song» - esta última a encerrar o encore, - foram alguns dos temas entoados por Elton John.

"Quem Mexeu No Meu Queijo?"



Quem Mexeu no Meu Queijo? é um livro motivacional escrito pelo Dr. Spencer Johnson. O livro apresenta uma parábola envolvendo quatro personagens: dois ratinhos, Sniff e Scurry, e dois "homenzinhos", Hem e Haw.

É uma alegoria que retrata os objetivos que cada um de nós temos e as mudanças a que estamos sujeitos durante a busca destes objetivos. Durante a leitura, o leitor pode observar que atitude cada personagem toma diante das adversidades da vida.

Na parábola proposta pela obra, os quatro personagens estão em busca de um mesmo objetivo: um posto repleto de queijo. Ao encontrá-lo, todos ficam felizes e imaginam o que farão com tanto queijo.
No entanto, os personagens esquecem de que, à medida em que fazem uso do queijo, este vai acabando. Ao perceberem que o queijo terminou, cada um toma uma atitude diferente - da mesma maneira que cada um de nós, que também assumimos posturas diferentes diante de uma dificuldade.

O livro passa, então,a mostrar o que cada personagem está disposto a fazer (ou a não fazer!) para obter mais queijo.

O significado: O queijo simboliza, na verdade, aquilo que cada um de nós almeja possuir, seja na vida pessoal ou no trabalho: saúde, prosperidade, conforto, etc. No entanto, a busca pelo que se quer nem sempre é fácil. Às vezes, nos deparamos com situações ótimas, que nos proporcionam alegria e satisfação pessoal; em outras, nos vemos em "becos sem saída".

A parábola mostra, então, que a vida não é necessariamente um caminho livre de empecilhos mas, sim, uma caminho repleto de sobressaltos e adversidades. A diferença é a maneira com que cada ser humano lida com tais adversidades.



Tenho este livro encostada numa prateleira da minha sala para ser devolvido ao dono... já lá vão uns anitos: )
Este foi dos livros que mais impacto teve para mim, emprestado por um grande, grande amigo. A mim demonstrou-me como realmente todos somos iguais. O que muda é a capacidade de cada um em enfrentar uma mudança ou uma adversidade. Considero uma leitura importante a qualquer pessoa, pois no minimo é curioso a forma como todos nós nos sentimos intimidados perante qualquer mudança.
Sugiro que o leiam; )

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Reverência ao destino


"Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso.
E com confiança no que diz.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer ou ter coragem pra fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende.
E é assim que perdemos pessoas especiais.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar, e aprender a dar valor somente a quem te ama.

Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las.
Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.

Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta ou querer entender a resposta.

Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.

Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma, sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.
Difícil é ocupar o coração de alguém, saber que se é realmente amado.

Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.

Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata."


(Carlos Drummond de Andrade)

sábado, 13 de junho de 2009

Sorrir


"Se tua felicidade dependesse do meu sorriso, serei capaz de sorrir na minha maior tristeza para te ver feliz!"

(dedicado à minha filha)




Para mim sorrir é um modo de contrariar os momentos em que a tristeza me invade o coração.
Por isso hoje deixo um dos meus maiores sorrisos!




"Se a vida te der 1000 motivos para chorar, mostra-lhe que tens 1001 motivos para sorrir!!!"

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Amizade


A amizade é para mim é um dos pilares da minha vida!
Este post é dedicado a cada um dos meus amigos. E digo cada um, porque cada um deles ocupa um lugar próprio, especifico e especial na minha vida. Uns acompanham-me desde a minha infância, outros desde a minha adolescência. Outros surgiram numa idade mais adulta...Mas todos fizeram e fazem parte da minha formação e do que sou hoje.
Eu perderia um tesouro por cada um que saisse da minha vida...
Como eu costumo dizer: a vida tem coisas fantásticas, não tem?!


Um Amigo

"Um amigo é fruto de uma escolha.

É uma opção de amor

É a descoberta da alma irmã.

É a consciência clara e permanente de algo sublime
que não está na natureza das coisas perecíveis.

É um tesouro sem preço, um gostar sem distância,
de alguém presente em nosso caminho,
nas horas de dúvida, de alegria, demais para ser perdido,

importante para ser esquecido"

(Antoine Saint Exuperry)

Thought (Fernando Pessoa)

Hoje deixo-vos uma pequena frase...mas com muito que se lhe diga! : )

"A única maneira de teres sensações novas é construíres-te uma alma nova."

(Fernando Pessoa)



"Como é por dentro outra pessoa
Quem é que o saberá sonhar?
A alma de outrem é outro universo
Com que não há comunicação possível,
Com que não há verdadeiro entendimento.

Nada sabemos da alma
Senão da nossa;
As dos outros são olhares,
São gestos, são palavras,
Com a suposição de qualquer semelhança
No fundo."

(Fernando Pessoa)

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Caminhos


"Percorri caminhos , tantos que nem sei...às vezes eles surgem em minha mente, na velha sensação de dejá vu, uma fugaz lembrança do que fui ou do que sou, por onde andei, não sei...Talvez sejam sonhos...Talvez sejam reais. Só sei que às vezes penso que nada sei."
(lucijordan)